Sunday, February 28, 2010

Aston Martin Rapide, o anti-Panamera



Este é o carro que a Porsche gostaria de ter desenhado.

The Car is the Star - Bullitt


O mítico confronto entre o Mustang e o Charger. Steve McQueen no seu melhor.

Tuesday, February 23, 2010

Dainese - Protegendo o que é importante


Este protector torácico feminino é uma das invenções motociclísticas do ano. Não só por ninguém se ter lembrado dele ainda, mas também porque protege algo que nos é muito querido. Dainese sempre na vanguarda.

Saturday, February 20, 2010

A Motorsport em duas rodas.


Quatro cilindros em linha, quadro dupla trave em alumínio e suspensões convencionais, é o que normalmente define qualquer desportiva japonesa e partir de agora também a RR da BMW.

Quando saíram as primeiras fotos diria-se que a marca bávara não trouxe nada de novo ao mercado das motos hiper-desportivas. Estávamos todos enganados, a moto alemã será a pedrada no charco em 2010. Praticamente 200cv de potência, materiais e ciclística de primeira como numa italiana, com a qualidade de construção germânica, ao preço de uma japonesa.

Esta moto não traz nada de radicalmente inovador, a revolução está no facto de fazer tudo como as outras só que de uma forma muito melhor. Trata-se do M3 E30 do mundo das motos.

O espírito da Motorsport vive, agora em duas rodas.

Tuesday, February 16, 2010

Ao nível dos últimos M



Não há grande diferença entre o meio de transporte que vemos na foto e as últimas criações da Motorsport, X5 M e X6 M.

Sunday, February 14, 2010

O WRC começou bem e o Nuno também


Infelizmente para o Loeb, sempre que outro piloto ganha uma prova do WRC isso dá a entender que o campeonato está em grande.

Infelizmente para todos nós isso não é verdade. O WRC não está em grande, está um pouquinho melhor. Está um pouco melhor porque pelo menos já há uma definição de como serão os regulamentos no ano que vem, porque o Sordo andou quase a incomodar os da frente, porque o Latvala não bateu, porque o Kimi arrastou uma multidão de jornalistas, porque tivemos o Solberg num carro competitivo, mais o Gronholm e uma data de jovens promessas que no S-WRC começaram a desenhar o futuro.

Infelizmente o Armindo não participou no S-WRC, numa categoria para onde todas as atenções estiveram viradas, com bons pilotos e muitos carros daqueles que nos dizem que serão os do futuro. Apesar de continuar na vetusta classe de Produção, nem por isso deixou de fazer uma boa prova, com a conquista do terceiro lugar num rali em que só os que são realmente bons conseguem resultados.

Talvez por ter ido com o Nuno ao lado, o Bernardo Sousa foi, para mim, a surpresa da prova. Não tanto pelo lugar final - ninguém podia pedir mais - mas pelo facto de ter chegado ao fim de uma prova em que esteve bastante regular, característica que não se lhe era conhecida antes.

Parabéns à Ford, ao Hirvonen, ao Armindo, ao Bernardo e especialmente ao Nuno Rodrigues da Silva.

Sunday, February 07, 2010

The car is the star - Against All Odds


Na cena contracenam Jeff Bridges e James Woods, mas não são estes astros da representação que aqui têm o papel principal. Os protagonistas aqui são o Porsche e o Ferrari.

Como acelerar um motor diesel


Recentemente voltei a andar regularmente num carro a diesel e tenho andado a pensar como fazer o fogareiro andar um pouco mais. Esta é a maneira que o Jeremy encontrou para fazer um motor diesel andar um pouco mais depressa.

Saturday, February 06, 2010

Em nome to ITP, parabéns João Barbosa


Numa altura em que o Instituto de Turismo de Portugal limpa o chão da rua com o pouco que resta da reputação do país e mancha a carreira do Álvaro Parente, só me lembro de escrever sobre a vitória épica e memorável do João Barbosa nas 24 horas de Daytona.

Como era de esperar, o feito inédito de um piloto luso passou completamente despercebido aos media nacionais, mas isso não apaga o mérito inquestionável de um piloto que venceu única e exclusivamente à sua custa, nunca beneficiando de qualquer tipo de apoios no Velho Continente, acabando por ver o seu valor reconhecido e confirmado nos States.

João Barbosa ostenta hoje um Rolex com a palavra WINNER gravada, daqueles que são oferecidos aos vencedores da clássica prova americana. Daqueles que não se compram e que são mais raros do que dirigentes honestos e competentes nos institutos do estado português. Parabéns João, pela vitória e por honrares o nome de Portugal.

Sunday, January 31, 2010

As 49 mais belas máquinas de quatro rodas - Alfa Romeo Brera (42)


Numa lista como esta encontramos verdadeiros ícones de beleza e elegância automóvel. Algumas das viaturas que aqui figuram, em determinados momentos, são simplesmente perfeitas. Há outras que não podendo concorrer com as anteriores pela pureza das linhas, aqui marcam presença pelo seu conjunto, pelo que significam e representam ou pelo que nos transmitem, todos os dias, numa qualquer estrada junto de nós.

Há por aqui muitos veículos de quatro rodas que são como a Nicole Kidman, que no sítio e no momento certo, numa passadeira vermelha quando da entrega dos Óscares, transmite aquele sentimento de perfeição divina.

Outros estão aqui por serem do mais terreno possível, que passam pelas trivialidades do dia-a-dia sem nunca deixarem de nos emocionar ou de nos suscitar o sentimento de desejo mais primário e selvagem. São como a Monica Bellucci, sempre estonteantes em qualquer ocasião, seja numa passadeira vermelha, numa cena de violação rodada num buraco qualquer ou num vão de escada de esfregona na mão. Para vincar a diferença, imaginem a cena piedosa que seria ter a Nicole a servir traçadinho e pasteis de bacalhau, atrás do balcão duma tasca em Aljustrel. Na mesma cena coloquem agora a Monica com o avental decotado e imaginem a experiência inesquecível que seria beber uma taça de tinto servido pela escultura italiana.

O Alfa Romeo Brera é a Monica Bellucci do mundo dos carros. A passar numa viela em Alfama, estacionado em cima de um passeio qualquer, a cruzar a marginal ou de mala aberta a carregar legumes no mercado do Bolhão, o Brera é sempre belo e sensual. Nunca li nada de especial relativamente às suas capacidades dinâmicas, mas o que é que isso interessa (?), este é um daqueles carros que se compram com o coração ou com qualquer outra parte do corpo que não a razão.

O Brera é um símbolo da arte e da criação do homem em qualquer momento, ocasião, estrada ou lugar. É daqueles carros que faz sempre sentido, cuja beleza não tem caprichos. Possui aquela presença que só se encontra em alguns super-carros e por menos de 50 mil euros não se compra nenhuma outra obra de arte. Seguramente uma das 49 mais belas máquinas de quatro rodas.

Sunday, January 24, 2010

AJP Xutos e Pontapés


Andamos numa onda de orgulho luso, depois das boas prestações no Dakar, do facto do Helder ter levado uma mota "feita" por cá, do Bruno ter estado muito bem no Monte Carlo, lembrei-me de realçar o lançamento da AJP versão Xutos e Pontapés.

Não que uma versão à volta da mítica banda portuguesa seja muito relevante, mas porque este lançamento nos lembra a todos que a AJP dá cartas, para aí há uns vinte anos, num sector em que normalmente só aparecemos por miragem. A AJP está no design, na concepção e na construção das motos.

Para além o "milagre" de colocar nos stands uma moto "made in Portugal", a marca lusa ainda o consegue fazer com muita genialidade, pois as suas criações têm muito de inovação e soluções inteligentes.

Caso único na inexistente industria motociclística nacional e muito raro na pasmaceira empresarial portuguesa. Merece destaque por tudo o que é e também pelos Xutos e Pontapés.

Saturday, January 23, 2010

Os ralis nunca mais serão o mesmo


Ainda estamos no início do ano e a fasquia do espectáculo automóvel já está a um nível muito difícil de ultrapassar. O Rali de Monte Carlo sempre foi um dos pináculos do automobilismo, muito para além do glamour do principado, a prova monegasca sempre foi A verdadeira prova de ralis. Especiais por entre a neve, o gelo, com chuva ou piso seco, de dia ou de noite, fazem com que por aquelas paragens se encontre a essência das provas de estrada.

Este ano, para além das tradicionais características do percurso, tivemos ainda muita gente a lutar pelos primeiros lugares, tivemos carros em estreia e tivemos, pela primeira vez na história deste desporto, uma verdadeira cobertura mediática.

Há muito que se falava disto, também aqui neste espaço, de que a solução para os ralis passava por transportar para o sofá todo o desenrolar da prova. O canal Eurosport fez a cobertura praticamente integral da prova, quinze em dezasseis classificativas, com uma quantidade de meios tal que nos permitiu seguir todo o rali sentados no sofá.

A noite de Sexta-feira vai-me ficar para sempre na memória: não por ter estado no Turini aquecido por uma das muitas fogueiras à beira da estrada enquanto esperava por ver o Bruno passar, mas por ter estado no sofá a acompanhar em directo todo o desenrolar da mítica classificativa, por dentro do carro da Peugeot Portugal e a ouvir o Carlos Magalhães a dar notas e a controlar os tempos parciais dos adversários.

Não é a televisão que faz um desporto mas ajuda e complementa. Na Sexta à noite para além do cenário fantástico, dos carros e dos pilotos, assisti ao melhor desporto do mundo, também porque como muitos outros, o pude fazer a partir de minha casa.

Sunday, January 17, 2010

Vitória sem entusiasmo


A vitória do Sainz é inquestionável e mais do que merecida. No entanto, apesar da épica conquista, praticamente imaculada e isenta de erros, o espanhol pareceu-me um piloto apagado, sem chama.

A mesma sensação ficou-me ao ver as imagens do final da prova, em que o campeão do mundo mal esboçou um sorriso. É certo que se trata de uma pessoa reservada e pouco efusiva, mas o comportamento na vitória ficou muito aquém daquilo que lhe conhecemos, de um piloto simpático e atencioso. Pareceu-me apagado e distante.

Saturday, January 16, 2010

Euromotorsport


O Dakar chegou ao final e ao fim chegaram também aqueles quarenta e cinco minutos diários que nos permitiam acompanhar a prova sem perder pitada do que se passava à volta dos Andes. Três quartos de hora que nos maravilhavam com as imagens dos bólides a cruzarem paisagens absolutamente incríveis. Nós devemos esses minutos de emoção diária ao canal Eurosport e a organização do Dakar deve-lhe tão só a existência. Se não fosse o canal desportivo ninguém iria para o outro lado do Atlântico correr numa prova com o nome de uma terra que está noutro continente. Da mesma forma, também ninguém foi correr numa prova que até se realizou no continente africano, a Africa Race, porque o Eurosport não estava lá.

Não é só a organização do Dakar que deve muito ao Eurosport, de forma geral todo o automobilismo e motociclismo deve muito a este canal, pois tem sido quem mais tem feito por estes desportos nos últimos vinte anos.

Se no TT se pode dizer que o Dakar existe, tal qual o conhecemos hoje, porque tem a cobertura do Eurosport, o mesmo se pode dizer nas motos relativamente às Superbikes - onde existem mais equipas oficiais que nas MotoGP - nos ralis relativamente ao IRC e nas pistas relativamente ao WTCC, entre outros como as 24H de Le Mans.

As entidades federativas têm que agradecer e muito a aprender com o serviço que o canal europeu tem feito em prol do desporto motorizado.

Sunday, January 10, 2010

Prémio Aquecimento Global



A Serra da Estrela deve ter a única estância de ski do mundo que fica inacessível sempre que neva.

Quando há por aqueles lados condições para esquiar desaparecem de imediato as condições para se lá chegar. Sabe-se lá porquê, mas o limpa-neves ainda é um animal estranho por estas terras.

Homenagem seja feita a quem quer que seja o responsável pelas condições das estradas em Portugal, que ano após ano consegue isolar pessoas, estâncias de ski, vilas e cidades com pouco mais do que uns singelos farrapos de neve.

Saturday, January 09, 2010

O Carlos Sousa já merece um prémio



Para mim, a participação deste ano do Sousa já merece um prémio, o de ter o carro mais bonito. O Lancer já era um caso de invulgar sentido estético no mundo da competição, mas a decoração do carro do piloto de Almada veio realçar em muito os belos traços da viatura japonesa.

Para além da elegante viatura, o português levou também muita condução até à América Latina e não fosse um regulamento feito especialmente para o penalizar, em conjunto com os já mais do que recorrentes problemas de navegação (ou deveria dizer navegador?), estaríamos em face a um concorrente sério a um lugar no pódio.

PS: não quero aqui abordar a inconstância dos habitantes do banco direito nos carros do Carlos Sousa, apenas queria realçar a ideia de que no dia em que ele "atinar", em que se "entrosar", em que dê continuidade a um navegador, então será um caso sério de competitividade em qualquer Dakar que participe com o mínimo de condições.

Saturday, January 02, 2010

A Saab e o Telemark Ski



Sempre pensei que apareceria alguém à última da hora para salvar a Saab. Parece que não, a marca sueca vai mesmo desaparecer. Mais uma vítima da incompetência americana - a GM comprou a companhia escandinava há uns anos atrás e transformou algo que era rentável então em algo sacrificável hoje em dia.

Só conduzi um Saab uma vez e a única coisa que me ficou na memória foi o facto do canhão de ignição ser junto ao selector de velocidades, entre os bancos, mesmo ao lado do travão de mão. No entanto, mesmo fazendo carros que estiveram sempre tão desajustados para os entusiastas da condução como a Manuela Ferreira Leite estaria num anúncio de produtos de beleza, é com pesar que vejo a extinção desta marca.

Podiam não ser os mais rápidos, nem os mais bonitos, certamente que não eram os mais baratos, mas tinham muitas particularidades que justificavam as quase cem mil unidades que vendiam todos os anos. Eram diferentes, para pessoas que acima de tudo valorizavam essa diferença.

Um Saab lembrava-nos que podemos ter a nossa individualidade, o direito à diferença, de uma forma acessível, prática, racional, sem extravagâncias, numa era em que quase tudo parece feito para ser igual, formatado, standard.

Optar por um Saab é como optar for fazer "Telemark Ski". Não é a modalidade mais prática, nem a mais rápida, nem sequer percebo bem porque é que alguém há-de andar na neve de forma tão idiota, mas sempre que me cruzo com algum destes esquiadores "desviados", não deixo de parar e ficar a admirar o gozo, a satisfação com que ele desliza, orgulhoso também por ser diferente.

Como será quando toda a gente fizer apenas "carving ski"? Quando os lenços papel substituírem os de pano e as gravatas acabarem com os laços. Como será quando já não pudermos escolher um Apple ou uma Leica? Que mundo a preto e branco será esse em que já não vemos homens de pochette, onde já ninguém masca tabaco ou usa relógio de bolso?

Por mais que as marcas generalistas nos tentem convencer do contrário, a verdade é que gostamos de celebrar a nossa individualidade também naquilo que usamos ou consumimos. Com a extinção da Saab essa individualidade ficou um um pouco mais limitada.

Thursday, December 24, 2009

O condutor dos quatro piscas



Às vezes irrito-me com os chamados "condutores disciplinadores" - aqueles que se colocam do lado esquerdo a 120 km/h e não nos deixam passar para não infringirmos o código, ou então que buzinam quando pisamos um traço contínuo e por aí fora, basicamente intrutores de escola de condução frustrados - mas agora há uma nova raça que me chateia quase de igual forma, os chamados "condutores dos quatro-piscas".

Não digo que, por exemplo, em casos de paragem súbita numa auto-estrada não seja útil para avisar quem venha atrás, agora aqueles tipos que acendem os piscas por tudo e por nada, desde a paragem na fila da portagem até a um sinal de "Stop" ou um sinal vermelho, já é demais. É que ainda por cima há uns que na azáfama de encontrar o botão vermelho perdem completamente a atenção do que se passa na estrada.

Enfim, depois da malta do colete fluorescente pendurado nas costas do banco do condutor, surgiu mais uma estirpe dos ases da auto-estrada, o "condutor dos quatro-piscas".

O que é que ainda motiva Schumi?


O que é que ainda motiva o Schumi? Certamente não é o dinheiro e para além disso não vejo mais nenhuma razão plausível a não ser a vontade de competir.

Há pessoas que se dizem competitivas, mas depois desta demonstração do que é realmente a necessidade de competir, acho que irão reconsiderar a forma como se classificam. Schumi é o verdadeiro paradigma da competitividade humana.

No entanto, uma coisa é ser competitivo e outra é ganhar. A segunda será, desta vez, muito mais difícil para o alemão do que foi outrora. Não escrevo isto pela sua idade, pouco comum nas corridas de hoje em dia. Mesmo estando para lá dos quarenta, acredito que as capacidades estão lá todas - foi esta moda recente de colocar adolescentes ao volante dos carros mais rápidos do planeta que levou toda a gente a achar que um tipo como o Button era velho demais para ser campeão. O problema maior a ultrapassar serão os três anos em que esteve distante da evolução técnica dos carros e a ausência de testes durante a temporada, por forma a colmatar essa falta de contacto com os carros actuais.

Por outro lado, as vantagens do "não-sei-quantas-vezes" campeão mundial, serão uma equipa Mercedes ultramotivada, centrada completamente em si e o fim dos reabastecimentos, que levará a que os pilotos tenham que voltar a poupar pneus, coisa que para alguém que deu cartas nas corridas de resistência não será grande problema.

Seja para ganhar ou para levar na cabeça, eu como fã já estou satisfeito. Dificilmente haveria uma melhor notícia do que esta para uma era que se quer de mudança.

Tuesday, December 01, 2009

O frete dos 5 Milhões



O AutoSport tem hoje como tema de capa a possível ida do Álvaro Parente para a F1. Para além da capa há mais duas páginas no interior, cheias com muitas fotos e muito pouco de notícia. No fundo fazem-se umas considerações e desenham-se uns hipotéticos cenários. Notícias palpáveis nem vê-las. Também não é esse o objectivo - o de noticiar - da capa ou das duas páginas no interior. O objectivo é, de alguma forma, suscitar um elemento de pressão nos eventuais patrocinadores do piloto do Porto. Lê-se naquelas páginas que se os indecisos patrocinadores não avançarem de imediato, o lugar na equipa Virgin F1 será entregue a Lucas di Grassi.

Este tipo de "fretes" é aceitável, afinal trata-se do nobre propósito de ajudar um piloto português a atingir o pináculo do desporto automóvel.

A fazer fé no que diz o jornal, Parente precisa de 5 milhões de euros para assegurar um lugar numa equipa sem qualquer experiência na F1. Se eu fosse o hipotético patrocinador também estaria indeciso, estaria e muito.

Por mais que goste de F1 e que admire o Álvaro, acho que 5 milhões para garantir o lugar num carro que se irá arrastar no fundo da tabela, é um valor exorbitante. Cá para mim estão a tentar dar o golpe no Tuga. Cheira-me a mais uma história do género Coloni/Matos Chaves.

Vão ser precisas muitas primeiras páginas, no AutoSport e noutros pasquins noticiários para que se convença um papalvo ou um grupo deles, a entregar um milhão de contos antigos ao tipo da Virgin.