Monday, July 22, 2013

Preferia não vê-lo assim







A razão principal para assistir a uma corrida de MotoGP é sem dúvida o Rossi, no entanto hoje em dia, já me pergunto se não era tempo do italiano se reformar.

É certo que com 34 anos não se pode considerar um velho, mas ele corre já há tantos anos que parece que já faz parte da mobilia. Custa-me vê-lo assim, como parte da mobilia.

Depois há a questão da velocidade. Não é que ele esteja mais lento, mas estes miúdos novos, principalmente os da escola "espanhola", são bem mais rápidos. Isso é algo estranho a uma corrida com o Rossi, haver muita gente sistematicamente mais rápida que ele. Não gosto de o ver assim, sempre a levar na cabeça.

É um sentimento, de quem gosta de o ver correr, mas não gosta de o ver correr daquela forma, mesmo que isso signifique não vê-lo correr mais.

Por mais que ache que toda a gente deve ter direito a fazer aquilo que gosta, ver um tipo, que ganhou a maioria das corridas em que participou, de repente a levar na cabeça a torto e a direito, deixa-me a sensação de que o Rossi já se devia ter reformado do MotoGP.




Friday, July 19, 2013

Que tal um mergulho?

 

 

O final do Red Bull Romaniacs era já conhecido pela subida quase impossível, mas como já havia muita gente a conseguir chegar ao topo, este ano decidiram tornar a coisa um pouco mais difícil. Depois da subida, obrigaram os poucos que até ali chegaram a passar com a moto por uma piscina...

Enfim, autênticos maníacos que só a Red Bull conseguiria potenciar desta forma.

No final lá ganhou o Graham Jarvis outra vez.

É a crise





A crise continua a fazer as suas vítimas. Desta feita será o público madeirense que não terá a oportunidade de ver o piloto local, Bernardo Sousa, evoluir nas especiais da ilha.

O nacional de ralis passa pelas mesmas dificuldades que todo o desporto nacional e o campeão nacional, teve que prescindir do seu "rali", pois a verba é curta e a prioridade é revalidar o título no nacional de ralis. Tendo em conta que o rali madeirense não conta para as contas, compreende-se a decisão.

Quem se lembra de Bernardo Sousa há três anos atrás a correr por esse mundo fora com carros oficiais do Malcolm Wilson?


Tuesday, July 16, 2013

Tolerância





Tenho a certeza que o tunning, quando nasceu, tinha as melhores das intenções.

Da mesma forma, esta coisa das Cafe Racers, também nasceu com bons propósitos, dar nova vida a velhos chaços, com estilo e afirmação de uma maneira de estar através das duas rodas, simbolo de liberdade, inconformismo e independência.

É claro que assim que estas coisas atingem o mainstream, a democratização, acontecem esquisitices como a da foto. Enfim, todos sabemos que a democracia não é o sistema perfeito, mas é o melhor que inventaram até agora, por isso temos que aceitar estes devaneios com tolerância.

Numa interpretação mais lata do espírito Cafe Racer, esta velha Triumph recebeu, de facto, uma nova vida. No entanto, quando olho para aquele banco, provavelmente retirado de uma mota de água Polaris, duvido que esta nova vida seja mais digna que a anterior.


Wednesday, July 10, 2013

Faltou o Alonso no pódio




O pódio do último GP foi justo. O Grosjean não comprometeu, o Kimi esteve ao mais alto nível, com a estratégia perfeita, o Vettel esteve simplesmente magistral, merecendo a vitória, que só um super-piloto conseguiria.

No entanto, seria mais justo se Alonso estivesse junto nos três primeiros, pois o que o espanhol fez com o Ferrari foi um milagre, mais um entre os muitos que tem feitos nos últimos três anos.

De resto foi bom ver a Mercedes "aos papeis" com os pneus, mesmo após o teste ilegal que supostamente teria permitido compreender melhor os Pirelli. Foi mau ver Webber perder injustamente hipóteses de lutar pelos primeiros lugares, após mais um azar que só acontece com ele e que quase ia matando um operador de câmara.

Tudo o resto foi quase mais do mesmo, Massa a andar pra trás, os Williams perdidos em intermináveis peripécias, o Button a gerir o prejuízo de um carro que não anda pra frente e o Hulkemberg a andar bem mesmo com os salários em atraso.

Sunday, July 07, 2013

Se abandonar que seja com um pneu rebentado






Hoje não haverá pneus rebentados no GP alemão, ainda bem. Também suspeito que Vettel não abandonará, como no último GP. Suspeito mesmo que o alemão vencerá o seu GP caseiro.
Se estas previsões estiverem mal, então gostaria que o Vettel abandonasse com um pneu rebentado. Porquê?
Porque estou farto das pressões que os Markos e os Laudas da vida fazem sobre a Pirelli e sobre todas as regras que não os favorecem.

Thursday, June 27, 2013

Esta corrida disse muito sobre o melhor

Nas sempre recorrentes discussões de quem foi o maior piloto que já vi correr, gostava de ter à mão o filme completo da corrida de inauguração do "novo" Nuerburgring, em 1984, em que a Mercedes convidou 11 campeões do mundo de F1 para guiarem o seu 190 na versão mais desportiva.

O carro era um taxi com um motor canhão e a maneabilidade de um super-petroleiro, pouco interessava.

Já a corrida diz tudo do que foi Ayrton Senna, então com 24 anos, chegou, deu espectáculo e venceu. Bateu, zupou, anulou, qualquer dos outros magos da condução presentes em pista - Lauda, Surtees, Jones, Hunt, Brabham, Hill, Scheckter, Rosberg.

Alain Prost também lá estava, acabou em décimo quinto lugar.

Sunday, June 23, 2013

Enduro a sério

Todos os anos a Red Bull patrocina esta loucura do Erzberg Rodeo. Este ano houve muita chuva, o que transformou uma prova já de si alucinante, numa autêntica loucura. Veja-se esta armadilha onde cairam mais de vinte pilotos.

Monday, June 17, 2013

À cara-podre


Não me manifestei muito sobre a morte do presidente da FPAK, na esperança de que tudo o que ele representava tivesse partido em conjunto.


Esperença vã, infundada, improcedente, como ficou bem visível no Rali Vidreiro deste ano. Desde uma marcha atrás feita por Adruzilo Lopes, já dentro de um controle, até ao golpe de ilusionismo que dá o melhor tempo ao piloto do Subaru, na superespecial, quando toda a gente viu que o antigo campeão foi zupado por Pedro Meireles, de tudo parece se ter passado na Marinha Grande.


Não tenho nada contra o Adruzilo, para além da falta de maneiras e da antipatia militante, até acho que é um bom piloto. Agora achar que numa superespecial, à frente de toda a gente, conseguia fazer alguém acreditar que fez o melhor tempo quando foi inapelávelmente batido pelo seu adversário, é querer fazer-nos passar todos por parvos.


Não sei de quem é a culpa, agora o mal está feito, o que me entristece é perceber que uma organização intencionalmente autista, irá provavelmente repetir tudo outra vez sem que ninguém peça consequências.


Que ninguém tenha dúvidas, já que não é a primeira vez que estes senhores arranjam coisas destas, existem interesses a servir e há quem os sirva de bom gosto, à "cara-podre".


Parece que estamos no mundo do futebol...



Sunday, June 02, 2013

Apenas se lhes exige a vitória





Hoje vi a corrida de MotoGP no Mugelo, uma corrida sem grande história. O Rossi abandonou na primeira volta e as Ducatis continuaram a arrastar-se em pista.

Podia dizer que as Ducati de MotoGP, estão a melhorar, já que agora andam normalmente nos dez primeiros e hoje até arrancaram do terceiro lugar da grelha. Não consigo contentar-me com estes pseudo-bons resultados, porque, na minha opinião, nada menos que a vitória lhes poderia ser exigido.

Não sou completamente doido ao fazer esta afirmação, faço-a com um fundamento.

Na última corrida de SBK realizada em Monza, não consegui ver nenhuma Ducati em pista, ambas estavam fora de prova, por motivos vários. OK, azares podem acontecer, mas não posso aceitar que o pelotão onde esta marca renasceu há vinte e quatro anos atrás só tivesse duas motos inscritas.

A Ducati era a força maior deste campeonato, tendo na grelha de partida, para além da equipa oficial inúmeras equipas satélite e equipas privadas, havendo sempre muitas motos da marca em cada prova. Hoje vemos o abandono total do campeonato onde conseguiram a glória recente, porquê?

A Ducati abandonou as SBK, o campeonato onde granjeou a sua legião de fãs para apostar tudo no MotoGP. Abateu equipas, abandonou o desenvolvimento da Panigale, terminou contratos com pilotos, para concentrar tudo no MotoGP.

Se esta foi a escolha estratégica da empresa, abandonar tudo em prol da classe rainha, então, como fã, não posso exigir nada menos do que a vitória no MotoGP.

Sunday, May 12, 2013

Queixinhas




É pena ouvir o Hamilton dizer, em desespero, que não consegue andar mais devagar. Isto aconteceu quando o seu engenheiro lhe pediu para abrandar, por forma a poupar os pneus.


Claro que toda a gente saltou de imediato para cima da Pirelli, dizendo que o que o construtor italiano está a fazer é estragar as corridas.


Honestamente isto parece-me conversa de futeboleiros a queixarem-se da arbitragem. Hoje vi um Lotus, dois Ferraris, um Force India a fazerem uma excelente corrida com os pneus disponíveis e mesmo os Red Bull fizeram a corrida possível, mas sem vir mal ao mundo.


A Pirelli deu à F1 aquilo que lhe tinham pedido, imprevisibilidade. Eu como espectador não tenho nada contra, mesmo se há pilotos como Hamilton que desaparecem durante a corrida. O problema poderá estar na forma como o inglês conduz, pois o seu colega de equipa acabou nos seis primeiros.


Há também quem diga que os pilotos agora não podem andar a fundo, com medo que os pneus não aguentem. Não foi isso que hoje vi na corrida dos três primeiros, pelo contrário andaram quase sempre no limite das capacidades do carro.


Se me disserem que o Vettel não consegue andar com estes pneus, eu até posso concordar em parte, se bem que o alemão nem se pode queixar muito, já que está à frente do campeonato. Se em tantos anos louvámos o Newey pelos carros que projectava, este ano só podemos esperar que o genial engenheiro da Red Bull ajuste o carro do campeão do mundo por forma a que este seja mais meigo com as borrachas.

Sunday, May 05, 2013

Dá pena vê-lo partir

 

Se por um lado dá pena ver o Rossi hoje em dia, podendo até pensar que se calhar já se devia ter reformado, por outro dá pena ver o Loeb a partir, pois sempre que volta ao WRC, o campeonato ganha outro interesse.
É estranho escrever isto, já que durante demasiados anos o francês retirou todo e qualquer interesse ao campeonato, tal era o seu domínio avassalador. Hoje, à medida que percebemos que o Ogier é um seu digno sucessor, ficamos sempre com ”água na boca" por mais um confronto entre mestre e aprendiz.
É mais ou menos como poder ter o Tyson e o Ali no mesmo ring a combater. O Alien contra o Predador. A Mónica Bellucci contra a Scarlett Johansson, num tanque de lama...
 

Custa ver o Rossi assim




Já muita gente começa a exteriorizar o desapontamento com a prestação do Rossi este ano. O melhor piloto de motos, pelo menos, dos últimos vinte cinco anos, não consegue andar entre os mais rápidos, como sempre tinha feito até há três anos atrás.

É certo que o italiano está diferente, não parece tão focado. Há quem diga que a idade não perdoa. Não creio que seja algo do ponto de vista físico, talvez apenas a vontade já não seja tão forte. É natural, são muitos anos em cima de duas rodas e julgo que já pensa como continuar a correr no futuro, mas agora em quatro rodas.

Tenho pena por duas razões, porque faz falta ao campeonato um Rossi competitivo e porque um campeão como ele merecia um final de carreira mais bem gerido.

De qualquer das maneiras, penso que ele melhorará um pouco assim que se habituar à Yamaha, que é radicalmente diferente da Ducati que pilotou nos últimos dois anos.

Sunday, April 28, 2013

Lisboa Art e Moto





Parece que nestes dias andaram uns "ferros" por Lisboa, muitos espanhóis, mas também muitos portugueses, numa coisa chamada Lisboa Art e Moto.

Não sei nada sobre a Art, sei um pouco sobre as Moto e honestamente, gosto. Gosto desta moda das Cafe Racers. Não pelos cromados, pelas patilhas, ou pelas calças com dobras. Gosto porque é uma celebração da moto. Gosto porque não cheira a mofo, como a cena das clássicas.

Do que muitas vezes não gosto é do condutor e/ou do pendura, com os seus cabedais e penicos "anos cinquenta ou sessenta". Não gosto porque estamos noutro século e se as motos espelham bem isso, os sinais dos tempos, os seus utilizadores parecem muitas vezes presos a um tempo que já não volta e que, entre nós, é até um pouco ridículo. Lisboa ou Porto, nunca tiveram uma onda rockeira ou de corredores de café. Isso é coisa de filme, do outro lado do Atlântico ou do Canal.

Mas o que importa mesmo são as máquinas e neste fim de semana, andaram muitas e bonitas por Lisboa.

Thursday, April 25, 2013

Hidrogénio em Le Mans




Vai estar em Le Mans, utilizando hidrogénio para transformar em energia para alimentar o motor eléctrico. Nada contra, a não ser aquelas laterais parecerem-se com dois tanques, provavelmente de hidrogénio a alta pressão...

Tuesday, April 09, 2013

O erro de Descartes



No Sábado estive em Fafe e partilhei da emoção daqueles milhares de fãs, quando se começou a falar de uma hipótese real do rali de Portugal voltar aquelas paragens.

Honestamente, nunca pensei que tal fosse voltar a acontecer, pois a razão - e as duas horas que demorei a sair do Confurco - leva-me a crer que em termos objectivos, o Algarve é um sítio muito melhor apetrechado para receber uma prova do mundial. Tem um aeroporto por perto, uma oferta hoteleira impar, melhores acessos, classificativas mais desanuviadas e uma região que bem precisa deste tipo de eventos para compensar um pouco a época baixa.

Foi um português, António Damásio que escreveu que não há razão sem emoção. Ficou famoso com tal afirmação, no livro que se tornou um best-seller, "O Erro de Descartes".

Fafe é o oposto do Algarve, é em tudo o que é concreto e objectivo, pior que o Algarve. A razão desaconselharia a troca, não fosse a emoção. A emoção de ver milhares a vibrar à beira da estrada. A emoção da verdadeira paixão pelo desporto automóvel. É essa emoção que justifica a razão da decisão de trazer o rali de volta à catedral.

António Damásio tinha razão, nada se decide sem emoção. A prova disso pode ser encontrada aqui mesmo, em Fafe e no seu Rali de Portugal.

Tuesday, April 02, 2013

OCC da Trafaria




Aquela série que passa no Discovery, em que o pai tatuado e com um bigode de Sandokan, passa a vida a ralhar com o filho que tem sempre os óculos de sol na cabeça, com o pretexto de que as motos que este constrói não são grande coisa, enquanto o outro filho aparece de repente, em frente à câmara, depois de uma trip de ácidos, tem seguidores pelo mundo inteiro. Até mesmo em Portugal existem fãs acérrimos que pegam numa pileca qualquer e com as sobras do talher lá de casa e com uma máquina de soldar, acreditam que irão reinventar a cena custom americana algures na Trafaria ou em Rio Tinto.

A diferença é que os broncos do programa do Discovery, dentro do género, até sabem fazer umas coisas, já por cá...

Saturday, March 30, 2013

O mais triste pódio de sempre

Muito se escreveu acerca da fraca obediência de Seb Vettel no último GP da Malásia. Honestamente, como espectador prefiro a desobediência do Vettel e a azia do Webber, do que as injustas ordens de equipa da Mercedes.

É claro que se fosse fã do Hamilton, da Mercedes ou mesmo se tivesse responsabilidades na equipa, diria sempre que as ordens que o Ross Brawn deu ao Rosberg, para nem sequer ousar ultrapassar o Hamilton, foram o mais correcto a fazer. Como já aqui escrevi antes, se tivesse alguma responsabilidade numa equipa de F1, haveria sempre um primeiro piloto e o outro teria que preterir sempre em favor do primeiro. Pura e simplesmente porque essa é a melhor estratégia para se ganharem campeonatos; que se lixe o desporto, a F1 é uma competição e os patrocinadores pagam para ver resultados.

Como espectador, prefiro sempre ver dois colegas de equipa degladiarem-se em pista - excepção feita ao Alonso e ao Massa - mesmo que isso signifique o fim da corrida para ambos.

Quanto à fraca obediência de Vettel, quanto à deslealdade para com um Webber que de repente ficou muito certinho, também observei tal desvio de carácter com agrado. O desporto automóvel tem essa particularidade fantástica, trazer ao de cima o melhor, mas muito mais, o pior de cada um.

Agora sabemos que o Vettel fará qualquer coisa para ganhar, passará por cima do colega, do chefe de equipa, da própria equipa se necessário... E depois? O mundo aclamou o Schumi durante uma década e ao pé dele o Vettel é um menino.

Também sabemos que o Webber consegue bancar a vítima, o sonso, a virgem ofendida; que o Rosberg será sempre um manso, e mansos não ganham campeonatos; que a Mercedes tem gente, a gerir a sua equipa, capaz de lhe dar um campeonato - com excepção do idiota do Lauda.

Mas para mim, mais importante que tudo, foi ficarmos todos a saber que, apesar de ser muitas vezes a "vaca louca" da corrida, de entrar nas boxes de outras equipas que não a sua, que apesar de ser dos mais fortes pilotos em corrida de sempre, o Hamilton é um tipo cheio de carácter, um tipo bem formado, o mais parecido com os pilotos da F1 do antigamente, daqueles que gostavam de ganhar, só mesmo com mérito próprio.

 

 

(***)

O que a mim me faz confusão é a ordem de equipa da RedBull. O Vettel estava claramente mais rápido do que o Webber e ainda faltavam algumas voltas para o final. O mais correcto teria sido: "deixa passar o Vettel" - é que no final do ano a diferença entre 25 e 18 pontos pode ser decisiva (recorde-se o que aconteceu no ano passado). O Vettel demonstrou que é um campeão e um verdadeiro corredor.

O que mais me surpreende em todos os comentários acerca deste episódio é a mudança de ponto de vista: no tempo do schumacher quando havia indicações para o Barrichelo deixar passar, o cabrão era o schumacher - nem sequer se falava da equipa; agora ninguém (e bem) personaliza estes acontecimentos. Estranho, ou talvez não?

Finalmente gostaria só de corrigir uma afirmação que revela alguma falta de memória: o mundo (excepto alemanha) nunca aclamou Schumacher. Foi sempre o mais detestado de todos os campeões...

Também uma coisa é certa. Não conheço verdadeiros campeões que não sejam/tenham sido polémicos.

Gonçalo

 

Saturday, March 23, 2013

Deixem lá as comparações

 

Ontem à noite, já só se ouvia dizer que Kubica era o novo Loeb, tal a sua forma de guiar e a maneira avassaladora como dominava o primeiro rali do europeu.

Que ele seja bom piloto, até acredito, mas para chegar a Loeb falta ainda muito. Para começar, diga-se que o Loeb não ficou conhecido por dar "frutas" como a que o Polaco deu hoje com o Citroen. As comparações de talento são sempre ingratas e quando se compara um extra-terrestre como o Sebastien Loeb, com um comum mortal, então a comparação passa a idiotice. Neste caso é como comparar um fósforo com o fogo de artifício da Madeira.