Sunday, August 30, 2009

O KERS não ganha corridas!


Bem podem dizer que foi o KERS que deu a vitória ao Raikkonen, mas só quem não viu a partida do finlandês, saltando de sexto para segundo, ou quem não se apercebeu da forma como fez o Radillon absolutamente colado à traseira do Fisichella, para o ultrapassar logo de seguida, é que pode dizer que o piloto da Ferrari não foi sensacional na corrida de hoje em SPA.

O circuito belga é um dos poucos que desafia os pilotos e é ali que ainda se podem ver momentos em que estes fazem a diferença. Este fim-de-semana houve pelo menos dois momentos desses, na vitória do Álvaro Parente e na do Kimi Raikkonen.

PS: O Fisichella teve hoje uma corrida bestial, não ficando atrás de ninguém em termos de mestria. Faltou-lhe no entanto, hoje como no passado, aquele bocadinho que distingue os grandes pilotos dos grandes campeões. Posso enunciar outros, como Trulli, Heidfeld, Frentzen, Alesi ou Berger, a quem sempre faltou aquele momento mágico dos verdadeiros campeões.

Monday, August 24, 2009

Assistimos calados



Parece que na ilha da Madeira, o Alberto João não vai aplicar a lei dos chips nas matrículas.

Decisão sábia vinda de um tipo conhecido por ser um bronco. No continente, os supostamente inteligentes, pouco mais fizeram do que as habituais críticas destrutivas a qualquer proposta, má ou boa, que venha do governo.

Ao contrário da decisão madeirense, a reacção (falta dela, neste caso) continental não causa surpresa. Afinal, duma sociedade em que ninguém atende telefonemas de números desconhecidos, mas que expõe as fotos da família no Facebook a desconhecidos do mundo inteiro, o que é que se estava à espera? Será que se estava realmente à espera de alguma reacção?

Dizem que vai facilitar o controlo das viaturas. De tal não tenho dúvidas. O controlo será muito mais facilitado, mas duvido que essa facilitação sirva para algo mais do que ter mais gente sem fazer nada nas repartições públicas.

Dizem também que servirá para identificar mais facilmente os carros roubados. Será que alguém acredita que um ladrão andará por aí com um carro roubado e com o chip original ainda instalado? Será que o chip será detectado quando o carro for enviado para o norte de África?

Ordeiramente, como sempre, vamos pagar 10 euros por cada chip obrigatório, a bem do projecto megalómano do governo, em que mais uma vez o automobilista faz o papel do vilão que tem que ser restringido de tudo, até da sua privacidade.

Sunday, August 23, 2009

Não havia necessidade



Falar depois da corrida é fácil, mas ninguém poderia esperar que a prestação de Luca Badoer fosse tão má, para não dizer vergonhosa.

Nós não podíamos imaginar que o italiano faria papel de palhaço em Valencia, mas os responsáveis da Ferrari, que privam há anos com o piloto, deveriam ter percebido que esta escolha envergonharia ainda mais a memória do Comendador.

O Badoer não tem culpa, culpado é quem o colocou ao volante do Ferrari, alguém que claramente não percebe nada de F1.

Para fazerem aquelas figuras mais valia correrem só com um carro.

Thursday, August 20, 2009

Fotos com emoção



Encontram-se aqui muitas fotos do RVM, carregadas de emoção.

Não sobrou nada para o equipamento?


Este tipo segue aos comandos de uma Ducati Desmosedici, uma das motos mais exclusivas e mais caras do mundo (para aí uns 60 000 euros), mas não foi capaz de colocar umas calças, um blusão ou pelo menos uns sapatos. Com idiotas assim, em caso de queda, só tenho pena da mota.

Sunday, August 16, 2009

Momentos idiotas - Bautista a tentar fazer um "cavalo"


Os pilotos espanhóis já dominam o MotoGP e no futuro, com a partida do Rossi, a situação será ainda mais avassaladora. No entanto, têm que melhorar muito na forma como festejam os seu resultados.

O Pedrosa não festeja, o Lorenzo tem aquele ritual idiota de espetar bandeiras e o Bautista começou agora a destruir motas...

Thursday, August 13, 2009

Prémio - difícil é a cabeça, o resto é pescoço


"Para mim há mais do que um simples pescoço" - Rubens Barrichello comentando acerca da desistência de Schumacher devido a uma lesão no pescoço.

Tuesday, August 11, 2009

Ao menos o Vatanen sabe conduzir



Neste tempo de intervalo nas corridas, andamos entretidos a discutir se o Schumi deveria ter sido autorizado a treinar com um F1 ou não - concordo com o não acordo do Frank Williams, porque o Alemão iria provavelmente roubar pontos à sua equipa e sendo assim não há porque dar vantagens à concorrência - e mal reparamos que o cacique para as eleições da FIA já começou.

Segundo li, o Jean Todt andou durante uma semana em África a fazer campanha, a bordo de um jacto privado da FIA (!). Por cá, já ouvimos Vasconcelos Tavares a manifestar-se a favor do pequeno e carrancudo francês. Algo que não me causa surpresa, trata-se de alguém do sistema, que enquanto foi presidente da FPAK não se viu a fazer nada a não ser pavonear-se no cargo.

Como Vasconcelos Tavares, outros também apoiarão Todt, pois não quererão que haja muitas mexidas, numa federação que já desceu ao nível de uma língua de trapo, na pessoa do seu actual presidente, como se pode atestar das suas últimas declarações, após o escândalo com a desclassificação do seu filho na prova do PTCC em Vila Real.

Neste espaço clama-se pela mudança, pela rotura com o passado e com o sistema instalado desde o tempo do Balestre, por um gnomo chamado Ecclestone. Por isso tudo e muito mais, aqui clama-se pelo Ari Vatanen.

Para todos aqueles de vocês que se estão "nas tintas" para as politiquices, espero que mesmo assim também estejam do lado do campeão finlandês, é que pelo menos ele sabe conduzir.

Monday, August 10, 2009

O justo vencedor



Já foi há mais de uma semana, mas nunca é tarde para realçar a vitória do Hirvonen no último rali.

Não que seja um feito extraordinário para um finlandês ganhar o seu rali natal, agora fazê-lo contra o Loeb, é sempre algo de quase único.

O "não-sei-quantas-vezes" campeão do mundo começa a perder terreno para o piloto da Ford. No entanto, mesmo que não seja, pela primeira vez em "não-sei-quantos-anos" campeão do mundo, não será por isso que deixará de ser o melhor piloto de sempre. Simplesmente não se pode ganhar sempre.

Aliás, mesmo sendo o Loeb o melhor piloto de sempre e de certamente merecer todos os títulos que já conquistou e irá conquistar, se este ano for campeão, então esse título ser-lhe-à injustamente entregue. Atrevo-me mesmo a dizer que desde o Rali da Polóna que o campeonato estará inquinado - pareço o presidente do Benfica a falar.

Desde que vi o líder da Citroen a "pedir" aos pilotos privados que correm com carros da marca, para abrandarem com o intuito de deixarem passar o Loeb, para que este conseguisse ainda marcar uns pontitos, percebi então que o campeonato nunca será justamente entregue à marca francesa. Um piloto destes não precisa deste tipo de "ajudas". Para além do mais, ainda me lembro bem do "moralismo" com que o patrão da Citroen enxovalhou a Ford durante as duas últimas épocas, acusando-os constantemente de defraudar o desporto com jogos de equipa.

Wednesday, August 05, 2009

O melhor madeirense


O Bruno Magalhães deve estar fulo com a vida. Finalmente quando uma prova lhe corre de feição e quando está com um andamento de campeão, aparece um italiano montado num chaço a voar pelas classificativas madeirenses.

Parece que havia um outro Punto S2000 em prova conduzido por um madeirense - alguém viu o Bernardo Sousa? - mas quem não saiba, pensará que o Basso é que é o conterrâneo do Alberto João Jardim, tal a forma como voou pela ilha.

O melhor madeirense foi mesmo o Alexandre Camacho, que não só andou que se fartou, como também deu bastante espectáculo, veja-se o video.

***

Opinião:

Palavras para quê. Finalmente na Madeira, um madeirense que dá luta aos outsiders.
Cá para nós, o Bruno Magalhães tem mesmo muito AZAR. Não é que da única vez que não teve nenhum problema apanha um gajo que BASSOU-SE....e fica a 3,5 segundos de uma vitória internacional. Acho que há 2 notas positivas na prova a destacar - o Meeke é um senhor - com duas passagens acabar em 5º é obra (lembras-te do Rossetti o ano passado, tb chegou à Madeira com 3 vitórias). A outra o Filipe Freitas que com o Clio andou na frente de S2000, entre eles o Pascoal e o Wilks...
Há mais a dizer, mas por agora tá feito.

(Quim)

***

Bem, tendo acompanhado a prova in-loco, por acaso até vi o Bernardo Sousa na SE e no primeiro dia a sério. Parece que desistiu por problemas mecânicos, mas há que salientar que enquanto ele esteve a andar, foi sempre para o espectaculo (e apesar disso, com esta lista, estava em 11º quando desistiu). ele disse que era o que ia fazer, várias vezes, à Antena3 e RTP Madeira, dado que não tinha preparação, conhecimento da prova (não conhece a prova como o Alexandre ou o Bruno por exemplo, isso é de certeza), rodagem em asfalto nem... (isto ele não disse) máquina para ganhar.

(autoemocion)

***

Neste fim de semana deu para entender que nem com um bom resultado a situação do Bruno Magalhães melhora, se até aqui todos queriam resultados a nível internacional, este já apareceu apesar de não ser uma vitoria, mas isso não significou que se tivesse afirmado a nível internacional como queriam afirmar.

Quanto a Alexandre Camacho, mais uma vez mostrou o seu grande valor, mas apenas se aplica na Madeira, não duvido do seu valor como piloto, mas andar na Madeira não é igual aos outros lados, não é preciso ir muito longe basta ficar pelos ralis do continente de asfalto e lembrar as dificuldades que Vítor Sá teve.

Mas acima de tudo espero que estes dois grandes valores consigam montar o projecto IRC de 5 rallys para o próximo ano.


Quanto ao Bernardo Sousa, acho que está na hora de começar a levar os ralis a sério, porque normalmente quem se diverte nos ralis são os campeões e o B. Sousa está muito longe de ser um campeão. Se o problema mecânico é alheio a ele a condução dele mostra muito pouco profissionalismo, para mim deu muito mais espectáculo o Basso o B.Magalhães ou A.Camacho que iam o mais rápido que podiam e andavam de lado na mesma, mas quando era preciso.

(Pedro)

Monday, August 03, 2009

Coisas que não se explicam


Quando o carro é digno disso, os mesmos tipos que puseram um Porsche a correr contra um carteiro, fazem obras primas destas.

Uma obra prima não só para a televisão pública em Inglaterra, mas também para aquilo que continua a despertar o imaginário de muitos de nós e que só pode ser explicado por aquele sorriso ao canto da boca, que aparece sempre que desligamos o controle de tracção à entrada de uma rotunda ou quando ao chegar a um túnel, abrimos os vidros, deitamos duas mudanças abaixo, aceleramos a fundo e ficamos ali, com o auto-rádio desligado, a imaginar como seria fantástico de ouvir, se o túnel fosse só uns dez quilómetros mais comprido.

Com certos carros há coisas que não se explicam.

Quase tão rápido quanto um envelope postal


Já não é a primeira vez que me vêm gabar o interior do Panamera. E sim, o interior, ao contrário de quase todos os outros Porsches, é muito bem conseguido. O problema é que a conversa acaba aí.

Ainda não conheci ninguém que o tenha conduzido. Fala-se, neste caso como em muitos outros, sobre o que se viu ou sobre o que se leu. Infelizmente neste mundo mortal é assim mesmo, falamos dos golos que não marcámos, dos carros que não conduzimos e das mulheres que não...

Daí não vem mal ao mundo, pois se os verdadeiros automóveis vivessem só de quem os conduz, então já quase não existiam. Mas adiante, que é de um Porsche que estamos a falar, neste caso de um com quatro portas, que muita gente, por engano, diz que é o primeiro, eventualmente não querendo aceitar que o Cayenne também ostenta o emblema da marca de Zuffenhausen.

Gabar um carro desta marca pelo seu aspecto interior é pouco, muito pouco. É como falar da Pamela Anderson apenas por ela ser muito pontual. Melhores tempos virão certamente, caso a VW tome conta da Porsche, porque no sítio onde se fez o Carocha parece que ainda se sabem fazer carros a sério, do género do Veyron, Gallardo ou R8.

Entretanto teremos que ver um Porsche a levar na cabeça de um envelope postal, quando no mesmo programa já vimos um Bugatti zupar um avião ou mesmo um Nissan a escovar o comboio bala.

A seguir irão colocar um Cayenne a correr contra um beduíno no deserto...

Thursday, July 30, 2009

A glória do regresso e a cobardia da partida


A BMW poderá ter-se despedido de Schumi com uma mensagem de agradecimento, quando este abandonou a F1 há três anos atrás, mas o contrário não acontecerá certamente quando a equipa alemã abandonar a competição no final deste ano.

Schumacher saiu pela porta grande e por ela voltará a entrar, quando se sentar a bordo do Ferrari no próximo GP. A BMW sai pela porta mais pequena que já se viu na F1. A equipa sai com vergonha e envergonhada, pela forma cobarde como a sua direcção decidiu deixar o desporto maior.

Quando chegaram fizeram tudo para ficar com a equipa ao Williams, como este conseguiu resistir, viraram-se para o Sauber, que foi levado pelas cantigas e acabou por vender para ver a criação de uma vida acabar sem honra nem decência. Levados também foram todos os que nos últimos meses viram os "artistas" de Munique a conspirar uma revolução contra a FIA para abandonarem logo de seguida, mesmo se vinham confirmando a manutenção, a pés juntos, de forma repetida em tudo o que era jornal.

Este dia será sempre lembrado como o dia em que o regresso do maior vencedor de sempre é anunciado.

Da BMW na F1 quase nada será recordado, uma equipa que nunca conseguiu ser competitiva nos quatro anos que tentou ombrear com os carros mais rápidos do planeta e que desistiu quando lutava apenas para não ficar nas últimas posições do pelotão.

Thursday, July 23, 2009

Ahmadinejad? Então e o resto?


Anda tudo aos arrufos e aos amassos por causa do suposto estado a que chegou a Fórmula 1. Entre os “entendidos” das federações e dos clubes, ninguém hesita em soar o alarme e vaticinar cenários de catástrofe, caso não se faça nada urgentemente. Hipocrisias.

O mundo permanece em alerta, com constantes avisos e ameaças ao governo iraniano por causa das supostas irregularidades nas últimas eleições. O que se passou no Irão passa-se todos os dias em praticamente todos os países africanos e nem por isso se viu alguém do mundo ocidental fazer alguma coisa contra os ditadores do costume, seja no Zimbabué, Sudão ou Serra Leoa. Fazem vista grossa, agora como sempre, pois o problema africano dá trabalho e exige intervenção séria e não umas reprovações de “beatas de igreja” ao passarem pelo Intendente. As declarações de reprovação à eleição de Ahmadinejad, foram patéticas de tão inócuas.

No desporto automóvel a situação é igualzinha, os senhores do costume estão todos em sobressalto com a F1, que nem umas virgens na festa do quartel de bombeiros, mas o que de mal se possa passar ali já se passou há muito nas outras categorias, sem que alguém tenha feito algo para o contrariar. Quando a F1 espirrar então é porque tudo o resto que tenha rodas já morreu, sejam ralis, karting, resistência, turismos ou rallycross. Onde é que está o estado de alarme quando se vê um campeonato nacional de karting desaparecer, como aconteceu entre nós. Onde é que estão os paladinos do desporto quando se vê um campeonato do mundo de ralis com apenas quatro carros oficiais?

Para os fãs do desporto motorizado é certo e sabido que as corridas de carros não se fazem só com monolugares. Tão certo é também dizer que não se sairá deste marasmo com os mesmos de sempre, que na FIA ou nos clubes e federações que a suportam, continuam há mais de 20 anos, a gerir os destinos do automobilismo unicamente preocupados em multiplicar os milhões gerados pelo Campeonato do Mundo de F1.

Dificilmente Ari Vatanen conseguirá levar de vencida esta sua (nossa) cruzada, porque para tal teria que conseguir convencer os muitos, que há muito comem da mesma gamela em que comeram Mosley e Balestre, que continuam confortavelmente sentados no trono das suas (nossas) federações nacionais e que assim pouco ou nada farão para mudar o “status quo” actual, i. e., a eleição de Jean Todt.

Monday, July 20, 2009

Mais revolucionário que o iPod


Este ano fui ver a F1 ao 'Ring e encontrei lá a melhor invenção em prol do espectador de corridas desde a invenção da televisão a cores. Podem distribuir programas, colocar altifalantes, ecrãs gigantes e até frequências de rádio dedicadas, que nada se assemelha à maravilha da Kangaroo TV, que disponibiliza tudo o descrito atrás num aparelho só, portátil e individual.

Se não tivéssemos uma federação que só vê F1 à frente, poderíamos ter isto espalhado por outras modalidades. Já alguém imaginou a revolução que seria para o público a assistir a uma prova de ralis?

Pode ser que o Vatanen lá chegue e distribua estas maravilhas do século XXI às modalidades em que nada acontece desde o século passado.

Algumas vitórias merecidas


Ayrton em Donington Park 1993, Doohan no campeonato de 1994, Colin em 1995, Jesse Owens em 1936, Federer em Wimbledon 2009, Bayliss em Valência 2006, Mark Webber no Nurburgring 2009. Tudo bons exemplos de vitórias merecidas e repletas de justiça.

Monday, July 06, 2009

Um americano no merchandising?


Não há muito para exorcizar acerca do Aston Martin utilitário, até porque pouco ainda se sabe acerca do carro. Há quem diga que será "oferecido" com cada Aston de 12 cilindros, enquanto outros propalam que só será vendido a clientes da marca. Seja lá como for, não vejo nada de especial no assunto, nem sequer algo de comparável com o arrastar da imagem desportiva que a Porsche concretizou no Panamera ou no Cayenne versão fogareiro.

O Aston Martin Cygnet tem a mesma relevância que uma tosca miniatura da Ferrari no balcão da Shell, uma garrafa de vinho do Benfica numa prateleira do El Corte Inglés, um "after-shave" Lamborghini numa montra no Martim Moniz, ou uns chinelos da Caterpillar numa banca ambulante em Fátima. A única real diferença entre estas pérolas do merchandising e o Cygnet, é que este último é a mais ridícula de todas.

O Cygnet é isso mesmo, eventualmente uma ideia de algum americano do departamento de merchandising da Aston, uma ideia que se esgotará nela própria. Não é para ser levada a sério, já que nem a Aston o faz ou não estivesse tão somente a camuflar um Toyota.

Semelhanças com o Panamera só mesmo no facto de na Porsche, eventualmente um outro americano do merchandising ter sido promovido a gestor estratégico de produto, após ter lançado uma churrasqueira com o nome da marca, adquirindo assim poder suficiente para que as suas ideias tivessem que ser levadas a sério. Como o presidente da companhia andava mais preocupado em comprar a VW com o dinheiro que não tinha, só se apercebeu do "aborto" quando já se tinha gasto demasiado no seu desenvolvimento, demasiado para se evitar o nascimento.

Em resumo pode-se dizer que a diferença entre o Panamera e o Cygnet, é que eventualmente na Porsche os americanos poderão chegar a posições de destaque, enquanto que na Aston Martin nunca inventarão muito mais do que uns isqueiros, uns despertadores ou, no caso dos mais fraquinhos, umas variantes do Toyota IQ.

Thursday, July 02, 2009

Honrando os ralis



Video épico sobre a mais bela modalidade do desporto motorizado, os Ralis.

Tuesday, June 30, 2009

Aston Martin por 20 000€


Com o lançamento do Cygnet, o Aston Martin mais fiável será o mais barato, ao mesmo tempo que pela primeira vez o preço não será a razão para não comprar um Aston.

Monday, June 29, 2009

Eu dava-lhe com a garrafa na cabeça!


É claro que o Malcolm Wilson vai passar-lhe a mão pelo pêlo, pois se fosse um pouco mais brusco com o Latvala então por consequência teria que, no mínimo, deserdar o seu filho.